segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Simples

mais simples é difícil.  O delicioso leite de avelã afinal é tão simples de fazer. A receita veio de aqui. Já foi feita e repetida. Para conseguir um leite mais espesso e de sabor mais intenso basta reduzir um pouco na dose de água.


O leite de avelã 

Deixar de molho 1 chávena de avelãs com pele (ou de amêndoas com pele) em 4 chávenas de água (já fiz com 3 chávenas e ficou mais intenso, muito, muito bom) pelo menos 8 horas (deixei mais de 12)
Triturar muitíssimo bem  as avelãs com a água na máquina dos batidos (a varinha mágica e a Bimby também devem dar conta do recado)
Coar numa gaze (compro-as na farmácia, são excelentes para coar as geleias e o iogurte grego)
E pronto. Pode ser bebido bem frio e guardado no frigorifico até 3 dias (não durou um dia...)
A Granola fica para a próxima.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

E todos os anos é assim.

Acordar de noite, chegar de noite. Não gosto. Falta-me o sol, o dia. Que pena a Nova Zelândia ser tão longe...

domingo, 17 de novembro de 2013

Sou fã da Bibliotecas Municipais de Lisboa

Gosto tanto das Bibliotecas Municipais de Lisboa.
Descobri-as há coisa de um ano. Descobri-as é modo de dizer, na verdade descobri uma, a do Camões. É linda, fica num palacete recuperado da rua do Calhariz. Tem uma sala coberta de estantes antigas com uma lareira de azulejos e vistas para o azul do Tejo. E tem livros, muitos livros, mais até do que aqueles que lhe cobrem as paredes. Podemos requisitar livros de outras bibliotecas que fazem parte da Rede de Bibliotecas Municipais de Lisboa. E é tão simples. Basta escolher no catálogo on line, mandar um mail para a nossa biblioteca (aquela onde nos inscrevemos inicialmente) e pedir o livro. Depois basta esperar, se o livro estiver disponível a espera não ultrapassa os dois dias.
Gosto de ir lá e escolher os livros das prateleiras, ler um bocadinho, mexer e sentir o livro. Mas no catálogo descubro livros improváveis, livros que não podia adivinhar a existência, livros que me apetecem só de ler o nome. Este foi um deles, não é literatura não, mas apetece...
Já experimentei as barrinhas de cereais e recheio de alperce seco. Foram aprovadas. Fazem lembrar as ANZAC e são melhoradas com o recheio de alperce. Estou com vontade de fazer uma variante desta receita de modo a aproximá-las mais das ANZAC, substituindo parte da farinha por coco ralado.*


*Demoro tanto a acabar os posts que já deu para fazer em verão ANZAC e ficaram bem melhores. Mais crocantes e por isso mais difíceis de partir. O truque é parti-las assim que se tiram do forno e deixar arrefecer na forma.


Barrinhas de Aveia e Alperces Secos





225 gr de alperces moídos com 2 colheres de sopa de água até fazer um creme.
Misturar 
285 gr de farinha
150 gr de flocos de aveia
200 gr de manteiga derretida+110 gr de açúcar mascavado+2 colheres de sopa de mel ou melaço.
Forrar uma forma de 18x18 com papel vegetal e forrar o fundo com metade da massa. Cobrir com o creme de alperces e terminar com mais uma camada de massa. Coze em forno a 200 º  cerca de 30 minutos 



*A minha versão de inspiração ANZAC


1 cup de farinha
1 cup de flocos grosso de aveia
1 cup de açúcar amarelo
1 cup de coco ralado
150 gr de manteiga derretida.
Misturar tudo e forrar o fundo de uma forma de 18 cmx18cm previamente forrada com papel vegetal.
Cobrir com uma pasta feita com tâmaras secas picadas, cerca de 200g. Cobrir com outra camada de massa. 
Levar ao forno a 180º cerca de 20 minutos. Cortar ainda dentro da forma em quadrados e deixar arrefecer. Virar a forma e acabar de cortar o fundo das barras. 

domingo, 10 de novembro de 2013

Saber é Poder

Já se fizeram tantos estudos sobre o fenómeno da globalização, do poder das redes, da democratização da informação, mas ainda me surpreende quando eu própria me apanho no meio desta, já não tão, nova realidade.
Sigo um blog fascinante de um português que vive na Suécia e que é  apaixonado pelo pão. Essa paixão levou-o a descobrir, por um contacto feito graças ao seu blog, uma moagem artesanal que produz uma farinha excepcional - o Moinho do Papel em Leiria.
E foi assim que graças a um blog escrito em português, na Suécia, que eu descobri a farinha de Leiria. Uma grande volta feita com um clic, pode ser um clichê  mas continua a surpreender e a fascinar-me.
O Moinho do Papel é um "museu vivo" onde se fazem ateliers  dirigidos sobretudo às crianças e onde se continua  a fazer a moagem de cereais. O moinho utiliza a força motriz das águas do rio Liz para mover as mós de pedra.
Quando o visitamos faziam uma demonstração de como se faz o pão. Um grupo de cerca de 20 crianças devidamente equipadas de bata e touca amassavam pequenas bola de massa que depois foram a cozer e, presumo tenham sido comidas pelos "padeiros" com satisfação.
Outro grupo participava na feitura de papel. O papel é feito com despedicios de papel que são molhados e desfeitos numa pasta e depois colocados a escorrer em peneiras finas. Este papel pode ser decorado com pequenas flores.  Depois de bem escorrido é então colocado a secar.
Valeu pela visita e valeu pela farinha que de trouxemos.